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A Noite do Pijama

17/11/2011 Ana Elisabeth Santos de Oliveira Lima


Fazer a diferença na hora de criar entretenimento saudável é a meta que temos. Com a diversidade de coisas que uma criança ou adolescente tem hoje a disposição, o foco passa a ser a socialização, a troca e a brincadeira. A “Noite do Pijama” tem de tudo um pouco, e muito mais, porque as atividades são planejadas para permitir o máximo divertimento, sendo que o ponto alto é o fato de que só dormem quando chegam ao limite das forças – coisa que no dia a dia não acontece. Via de regra, os pais estão no limite de suas forças e a garotada ainda está cheia de animação.

Nesta noite, as crianças aprendem a dormir fora de suas casas e a fazer refeições junto a seus amigos. Tudo é organizado na hora. Colchonetes no chão, cobertas, roupas. O principal é brincar e fazer coisas fora dos horários tradicionais. Um dos pontos altos é o banho de piscina noturno. Mas várias outras atividades tem seu destaque, como a caça ao tesouro com lanterna, andar na rua a noite, jogar na praça com a lua no céu. Tudo deve ser diferente. Milhares de neurônios são ligados em uma só noite. São muitas situações-problema oferecidas.

Professores e administração atuando com total sintonia. Todos ajudam na organização geral da alimentação. Músicas, filmes, jogos de tabuleiros e computadores colocados para todos. As idades se misturam e todos ajudam a todos.

Os bem pequenos ainda querem saber se os pais voltam e as mamadeiras são rejeitadas. Querem utilizar os copos e pedem que os pais permitam que eles fiquem a noite toda. Ficam bem e felizes. Vejam as fotos na Galeria de Fotos.



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Eu me lembro como se fosse ontem, espantoso! Ja se passaram mais de 30 anos. O prof. escrevia: 07/07/77, e nos estavamos euforicos com a data. Me lembro do enigma desse dia: "sera possivel que alguem, tendo nascido depois de voce, pode algum dia vir a ser mais velho que voce?" Como esquecer desse inicio de vida, que tanto nos constroi, molda a nossa personalidade e o nosso modo de pensar? Devo muito a Chave, juntamente com meus pais, porque aprendi a pensar la atras... pra nao falar da musica! Como tambem me lembro da nossa turma aos berros cantando e batendo coco, tocando reco-reco, tantos instrumentos brasileiros... tenho grandes amigos musicos que garanto, comecaram carreira ali! ;-) Ahhh, minha infancia querida, Chave...

Marina Petric
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