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A Noite do Pijama

17/11/2011 Ana Elisabeth Santos de Oliveira Lima


Fazer a diferença na hora de criar entretenimento saudável é a meta que temos. Com a diversidade de coisas que uma criança ou adolescente tem hoje a disposição, o foco passa a ser a socialização, a troca e a brincadeira. A “Noite do Pijama” tem de tudo um pouco, e muito mais, porque as atividades são planejadas para permitir o máximo divertimento, sendo que o ponto alto é o fato de que só dormem quando chegam ao limite das forças – coisa que no dia a dia não acontece. Via de regra, os pais estão no limite de suas forças e a garotada ainda está cheia de animação.

Nesta noite, as crianças aprendem a dormir fora de suas casas e a fazer refeições junto a seus amigos. Tudo é organizado na hora. Colchonetes no chão, cobertas, roupas. O principal é brincar e fazer coisas fora dos horários tradicionais. Um dos pontos altos é o banho de piscina noturno. Mas várias outras atividades tem seu destaque, como a caça ao tesouro com lanterna, andar na rua a noite, jogar na praça com a lua no céu. Tudo deve ser diferente. Milhares de neurônios são ligados em uma só noite. São muitas situações-problema oferecidas.

Professores e administração atuando com total sintonia. Todos ajudam na organização geral da alimentação. Músicas, filmes, jogos de tabuleiros e computadores colocados para todos. As idades se misturam e todos ajudam a todos.

Os bem pequenos ainda querem saber se os pais voltam e as mamadeiras são rejeitadas. Querem utilizar os copos e pedem que os pais permitam que eles fiquem a noite toda. Ficam bem e felizes. Vejam as fotos na Galeria de Fotos.



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A Chave do Tamanho foi a minha primeira escola. Quando entrei, eu nem sabia andar ainda e lá fiquei até os sete anos de idade. Morei em Salvador durante dois anos, 1989 – 1990, e, em 1991, voltei para fazer meu último ano. Foi a única escola cujas professoras estavam mais preocupadas com o caminho até as respostas do que com o resultado final. Foi lá que eu percebi, na verdade eu percebo isso melhor hoje, que o mais importante não é o resultado, mas como chegamos até ele, como construímos nosso ser e nosso pensar desenvolvendo a nossa inteligência, nossas múltiplas inteligências na verdade. Na Chave era onde as professoras não me desmotivavam ou ficavam de “cara feia” pelo meu excesso de curiosidade. Ao contrário, me motivavam a pensar em uma mesma coisa de várias maneiras diferentes. Lá também fiz grandes amizades que tenho até hoje, professoras inesquecíveis que foram como segunda mãe como Arilza, por exemplo. Hoje, sou músico e professor de música. E nessa função de educador procuro motivar meus alunos da mesma maneira que fui motivado. Obrigado professor Lauro e toda sua família pelo que fizeram por mim e por tantos outros que pela Chave do Tamanho passaram. Deixo um grande beijo e um forte abraço a todos!

Gabriel dos Santos Macedo
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